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AgdA investe 3,8 milhões de euros para melhorar o abastecimento de água ao interior do concelho de Odemira

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A AgdA – Águas Públicas do Alentejo, S.A. acaba de assinar o contrato de adução de água à zona poente do concelho de Odemira, empreitada que assegurará o abastecimento de água às povoações de Vale de Santiago, Colos, Relíquias, Vale de Ferro, Ribeira do Salto, Amoreiras Gare, Aldeia das Amoreiras e S. Martinho das Amoreiras com fornecimento de água proveniente da ETA de Monte da Rocha. A população de Santa Luzia, no Município de Ourique será igualmente beneficiada por este investimento.

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Com um prazo de execução de 480 dias, a empreitada foi adjudicada ao Consórcio Domingos da Silva Teixeira, S.A.\DTE – Instalações Especiais, S.A. pelo valor de 3.833.990,00€ com financiamento POSEUR.

Este investimento irá assegurar a qualidade e a quantidade de água necessária ao abastecimento a uma população de cerca de 2000 habitantes, permitindo abandonar os diversos sistemas autónomos que atualmente servem de forma deficiente as populações, a partir de origens subterrâneas pouco fiáveis.

Desde o início da sua atividade, em 2010, a AgdA já realizou um total de 49 milhões de euros de investimento em abastecimento de água, financiado pelo POVT – Plano Operacional de Valorização do Território, e pretende investir mais 78 milhões de euros até 2020, com financiamento POSEUR, abrangendo uma população de 200.714 habitantes.

Com estes investimentos, a entidade gestora responsável pelo Sistema de Parceria Pública Integrado de Águas do Alentejo assegura a resiliência dos sistemas de abastecimento de água permitindo-lhes melhorar a qualidade da água distribuída e responder mais eficazmente a situações de escassez de água.

 

AgdA garante reforço das principais origens de água a partir de Alqueva

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A AgdA e a EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva assinaram um acordo de cooperação técnica e operacional com vista a aumentar a resiliência das principais origens de água para abastecimento público e responder a situações de contingência em cenários mais exigentes de escassez hídrica na região do Alentejo.

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Através deste acordo fica garantida a criação de novas ligações e reforço de ligações existentes entre condutas do Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva (EFMA) e sistemas de abastecimento geridos pela AgdA, nomeadamente albufeiras e estações de tratamento de água (ETA).

Entre as intervenções previstas constam a criação de ligações diretas entre condutas adutoras do EFMA à ETA do Roxo (Aljustrel) e ETA do Monte da Rocha (Ourique), que constituem uma importante alternativa à captação de água, essencial para garantir o acesso a água de qualidade e em quantidade, em especial em períodos de menor volume nas albufeiras com deterioração associada e para aumentar a resiliência e otimizar os sistemas de abastecimento de água para consumo humano.

A ligação direta à ETA do Roxo deverá estar operacional no início do verão de 2020 e a ligação à ETA do Monte da Rocha em 2022.

De destacar que já se encontra em curso a empreitada de construção da ETA da Magra e respetivo sistema adutor que, a partir da captação na albufeira da Magra, do EFMA, irá permitir abastecer a cidade de Beja e as povoações de Quintos, Salvada, Cabeça Gorda e Baleizão, investimento que atinge os 7,5 milhões de euros.

 

Gestão da Água no Setor Agroalimentar

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“A problemática das águas residuais agroindustriais nas ETAR urbanas” foi o tema que a AgdA apresentou num seminário organizado pelo Centro de Biotecnologia Agrícola e Biotecnológica do Alentejo, demonstrando os efeitos destas descargas não controladas no desempenho das ETAR e os impactes ao nível das diretivas comunitárias". 

A AgdA - Águas Públicas do Alentejo participou no seminário e demonstração tecnológica “Tecnologia de Membranas: A Realidade da Gestão da Água no Sector Agroalimentar – O Valor da Mudança”, organizado pelo CEBAL- Centro de Biotecnologia Agrícola e Biotecnológica do Alentejo, que se realizou em Beja.

O seminário foi palco de uma frutuosa discussão das problemáticas da gestão da água no sector agroalimentar, nomeadamente nas águas residuais, num confronto de realidades e perspetivas entre produtores e entidades gestoras. Adicionalmente, foram apresentadas estratégias e soluções científicas com tecnologias inovadoras para uma mudança sustentável e valorosa das atuais práticas e políticas ambientais.

Com a presença de agentes económicos das fileiras do queijo, vinho e azeite, entidades gestoras e comunidade científica nacional, juntaram-se a Indústria, a Gestão Política e a Ciência e Tecnologia para promover um novo paradigma na gestão da Água, criando mais valor económico e ambiental.

A AgdA abordou  “A problemática das águas residuais agroindustriais nas ETAR urbanas”, demonstrando os efeitos que estas descargas não controladas têm ao nível do desempenho das ETAR e dos impactes ao nível do cumprimento da Diretiva Aguas Residuais Urbanas e Diretiva Quadro da Água.

Foi também apresentado o  projeto PREDAQUA - Pre-tratamientos de Depuración y Control, Nueva cultura y sensibilidad en Industria  Agro-Alimentaria y en usuarios domésticos en defensa del Medio Ambiente, financiado pelo programa INTERREG- POCTEP, através do qual se pretende uma maior sensibilização das agroindústrias e dos municípios, enquanto responsáveis pela gestão da rede de drenagem em “baixa” para a  implementação de soluções de pré-tratamento fiáveis que minimizem os danos sobre as infraestruturas, equipamentos e meio ambiente.

 

AgdA distinguida com o selo de qualidade exemplar de água para consumo humano

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A AgdA foi distinguida no passado dia 8, durante a 12.ª Expo Conferência da Água, com o Selo de qualidade exemplar de água para consumo humano.

Esta distinção, atribuída pela ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos em parceria com o jornal Água&Ambiente, reconhece o cumprimento, no último ano de avaliação regulatória (2016), de um conjunto de critérios relativos à qualidade da água, nomeadamente o cumprimento do PCQA (Programa de Controlo da Qualidade da Agua), acima de 99% de cumprimento dos parâmetros de controlo de rotina 1 (bactérias coliformes e E. Coli), dos parâmetros organoléticos (cheiro e sabor) e acima de 99% de fornecimento de água segura.

Segundo a ERSAR, o objetivo deste galardão é “evidenciar as entidades prestadoras de serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória, tenham assegurado uma qualidade exemplar da água para consumo humano”.

Para além da AgdA foram também distinguidos 8 municípios do SPPIAA, Beja (EMAS de Beja EEM), Cuba, Montemor-o-Novo, Moura, Odemira, Santiago do Cacém, Serpa e Vendas Novas, de um total de 78 entidades gestoras que prestam serviços de abastecimento público de água.

Os Selos de Qualidade do Serviço ERSAR 2017 (vertente água) inserem-se na iniciativa da Entidade Reguladora, Prémios e Selos de Qualidade dos Serviços de Águas e Resíduos.

 
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