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Aqui poderá encontrar a informação mais completa e atualizada sobre a AgdA - Águas Públicas do Alentejo, S.A., e sobre o Sistema de Abastecimento e Saneamento que a mesma gere e explora.

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AgdA quer investir 61 M€ nos próximos três anos

Em resposta ao Aviso-Convite POSEUR-12-2016-39, dirigido à AgdA- Águas Públicas do Alentejo, S.A. para “operações com vista à melhoria da qualidade de água fornecida em zonas de abastecimento ainda com problemas”, a empresa apresentou seis candidaturas no valor global de 44.1 M€.


Assumindo como objetivo garantir a qualidade, continuidade e eficiência dos serviços que presta, numa região com necessidades especiais devidas essencialmente a problemas de escassez de água e à elevada dispersão populacional, a AgdA apresentou seis candidaturas ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no uso de Recursos (POSEUR), com vista à melhoria da qualidade da água e qualidade do serviço de abastecimento que presta a 20 municípios do Alentejo.

Nesta fase, foram priorizados aqueles municípios onde os sistemas autónomos (com origem de abastecimento em captações subterrâneas) não garantem a fiabilidade do serviço de abastecimento ou a qualidade da água fornecida; enquadram-se nestes cenários vários sistemas dos Municípios de Mértola, Castro Verde, Almodôvar, Beja, Odemira, Ourique, Santiago do Cacém; paralelamente outros investimentos também se perspetivam para Barrancos, Moura e Serpa.

Sustentar o abastecimento público em origens de maior fiabilidade (albufeiras) e Estações de Tratamento de Água mais robustas, com capacidade para responder eficazmente a alterações sazonais da qualidade da água é a aposta da empresa para os próximos anos.

No que respeita ao saneamento de águas residuais foram já aprovadas pelo POSEUR outras seis candidaturas, referentes à construção das ETAR de Beja, Grândola, S. Teotónio, Montemor-o-Novo, Amareleja e Senhora d’Aires, num valor de 17 milhões de euros, também para executar até 2018.

 

AgdA inaugura ETAR de Ourique e ETA do Monte da Rocha

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Dois importantes investimentos realizados pela AgdA - Águas Públicas do Alentejo no Município de Ourique foram inaugurados a 20 de julho, pelo Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.

Totalizando um investimento superior a 4,8 milhões de euros, as novas infraestruturas – a ETA do Monte da Rocha e a ETAR de Ourique – vão permitir assegurar a continuidade e qualidade do serviço de abastecimento de água às populações e o tratamento adequado das águas residuais produzidas na região. A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Ourique é uma das infraestruturas integradas no plano de investimentos da AgdA e destina-se a tratar, de forma adequada, os efluentes urbanos provenientes da vila de Ourique. Correspondendo a um investimento de cerca de 1,3 milhões de euros, está dimensionada para tratar cerca de 280 m3/dia de águas residuais, e capacidade para servir uma população de 1.700 habitantes.

Este investimento foi cofinanciado pela União Europeia, através do Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do QREN, a uma taxa de cofinanciamento de 64%. A Estação de Tratamento de Água (ETA) do Monte da Rocha, localizada também no concelho de Ourique, destina-se à produção de água para fornecimento em alta aos municípios de Castro Verde, Almodôvar, Ourique e parte dos municípios de Odemira e Mértola. Esta ETA foi ampliada e remodelada no ano 2015, passando a ter uma capacidade máxima de produção de água de 400m3/h e permitindo abastecer cerca de 17.000 habitantes, através de um investimento de 3,5 milhões de euros, cofinanciado pela União Europeia, através do Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do QREN, a uma taxa de cofinanciamento de 66%.

O investimento realizado pela AgdA, desde o início da sua atividade em julho de 2010, ascende a 70 milhões de euros, dos quais 41,5 milhões de euros de investimento em abastecimento de água e 28.5 milhões de euros em saneamento de águas residuais. No que respeita ao abastecimento de água, a empresa apostou inicialmente no reforço do tratamento de água nos sistemas de abastecimento existentes, muitos deles autónomos e que serviam um reduzido número de habitantes, ao mesmo tempo que desenhava o novo sistema de abastecimento assente em origens mais fiáveis em quantidade e qualidade, com instalações de tratamento mais robustas e com maior capacidade de reserva de água tratada. No tratamento de águas residuais, a AgdA focou-se, numa primeira fase, em resolver as situações mais urgentes, tendo os investimentos já concretizados permitido adequar o tratamento de águas residuais em 18 ETAR que se encontravam em contencioso comunitário por incumprimento da Diretiva Aguas Residuais Urbanas.

 

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